Retrospectiva Fevereiro 2017

Pets: A Vida Secreta dos Bichos (The Secret Life of Pets)Passageiros (Passengers)Jack Reacher: Sem Retorno (Jack Reacher: Never Go Back)Forças Especiais (Forces Speciales)

Cinquenta Tons Mais Escuros (Fifty Shades Darker)John Wick: Um Novo Dia Para Matar (John Wick: Chapter Two)Doutor Estranho (Doctor Strange)Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures)

A Chegada (Arrival)Redenção (Machine Gun Preacher)

Para variar estou super atrasada com o post (Sorry!!!!)

Pets: A vida secreta dos bichos (2016): Sinceramente eu esperava mais, o trailer tinha todas as cenas boas do filme, o resto foi muito meia boca.

Passageiros (2016): Eu gostei muito, tanto visualmente como a trama em si, ótimas atuações!!

Jack Reacher: Sem retorno (2016): Estou numa vibe de assistir filmes de ação e não pude deixar de ver esse, gosto muito dos filmes do Tom Cruise (quase todos), acho um máximo ver os bastidores.

Forças especiais (2011): Que visual incrível, as locações desse filme são lindas, o enredo é bem tenso, e você fica super aflita o filme todo para saber quem vive em quem morre, achei muito bom!!

Cinquenta tons mais escuros (2017): O filme teve uma pegada diferente do primeiro, e algumas mudanças em relação ao livro, o que foi bom, a Ana melhorou um pouco e ficou menos “songa monga”.

John Wick: Um novo dia para matar (2017): O filme é bom, tem ótimas cenas de ação, mas acho que pecaram um pouco na dose, repetindo de mais o fator “Eu sou foda”, que funcionou melhor no primeiro filme por ser novidade, aqui ficou meio cansativo. Mas mesmo assim vou querer assistir a sequencia.

Doutor estranho (2016): Demorei um pouco para assistir esse, e achei ótimo!!! Tanto os efeitos, quanto o carisma do personagem, Benedict Cumberbatch fantástico como sempre.

Estrelas além do tempo (2016): Esse foi tão bom que rendeu um post só para ele aqui!

A chegada(2016): Filme suuuuuper parado, mas conseguiu prender minha atenção do começo ao fim, mesmo com minha internet travando, o que significa que o filme é bom.

Redenção (2011): O filme é baseado em fatos reais, eu sempre fico chocada com a brutalidade desses grupos

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Grandes atores que nunca ganharam o Oscar!!!

Seus filmes fizeram bilhões, literalmente, nas bilheterias. Seus rostos e nomes são mostrados pela mídia há décadas. E você apostaria, se não visse a lista de todos os ganhadores da história do Oscar, que eles já ganharam alguma vez o troféu mais desejado do cinema mundial.

Só que não..Aproveitando o embalo de Leonardo DiCaprio que conseguiu acabar com a zica este ano, e ganhou sua merecida estatueta, vim mostrar para vocês outros grandes atores que ainda estão na fila de espera.

Glenn Close – Se há alguém que bateu na trave seis vezes, é Glenn Close. Indicada como melhor atriz coadjuvante em 1983, 1984 e 1985, respectivamente em “O Mundo Segundo Garp”, “O Reencontro” e “Um Homem Fora de Série”, perdeu a chance em todas elas. Mais tarde, foi indicada como melhor atriz em 1988, 1989 e 2012, em “Atração Fatal”, “Ligações Perigosas” e “Albert Nobbs”, mas nunca ouviu seu nome seguir o famoso “and the Oscar goes to…”

Outro dia assisti um documentário sobre ela, e ela disse uma frase que eu não consegui deixar de rir, as palavras não são exatas (ela leva com muito bom humor o fato de não ter ganho): “Me confundem com minha querida amiga Meryl constantemente, pena que não o fazem na entrega do Oscar”.

Ed Harris – Foi indicado quatro vezes. Em 1996, 1999 e 2003, a melhor ator coadjuvante pelos papéis em “Apollo 13”, “O Show de Truman” e “As Horas”. Em 2001, a melhor ator em “Pollock”. Esses personagens lhe renderam o Globo de Ouro e outros prêmios, mas não um Oscar.

Gary Oldman – Com diversos personagens marcantes só foi indicado ao premio uma unica vez!! Em 2012 por sua atuação no filme “O Espião Que Sabia Demais“. O que devo dizer que foi uma injustiça, ele tem diversos personagens incríveis, merecia mais reconhecimento.

Edward Norton – Indicado duas vezes – 1997 com “As Duas Faces de um Crime”, 1999 com “A Outra História Americana” – não ganhou em nenhuma delas. Em 2015 teve outra chance por seu papel de ator coadjuvante em “Birdman”.

 

Naomi Watts – Já foi indicada a melhor atriz duas vezes em 2003 por “21 gramas” e em 2013 por “O impossível”.

Harrison Ford – Astro desde “Star Wars” e “Indiana Jones”, Ford chegou a ser indicado em 1986 como melhor ator por sua interpretação em “A Testemunha”, mas não levou. A bem da verdade, nem prêmios como o Globo de Ouro e o BAFTA o setentão conseguiu em mais de 50 anos de carreira.

Liam Neeson – Foi indicado a melhor ator em 1994 com “A Lista de Schindler”, assim como ao Globo de Ouro e ao BAFTA com o mesmo papel. Não levou nenhum deles. Já foi Zeus, o ex-policial Bryan Mills de “Busca Implacável”, entre dezenas de outros personagens, mas nunca convenceu a crítica.

John Malkovich – Logo no início de sua carreira no cinema, em 1985, foi indicado a melhor ator coadjuvante pelo papel em “Um Lugar no Coração”. Não levou. Nove anos depois, em 1994, foi novamente indicado como ator coadjuvante de “Na Linha do Fogo”. Não levou de novo.

Ralph Fiennes – Você já o viu como Lord Voldemort em “Harry Potter”, Hades em “Fúria de Titãs” e como agente da MI6 em “007: Operação Skyfall”. Mas nada disso lhe rendeu Oscar. Foi indicado em 1994 como melhor ator coadjuvante de “A Lista de Schindler” e em 1997 como protagonista de “O Paciente Inglês”, mas esses também não lhe deram troféus.

Brad Pitt – Como ator Brad Pitt também bateu na trave algumas vezes, foi indicado a melhor ator em 2012 e 2009, respectivamente por “Moneyball” e “O Curioso Caso de Benjamin Button” em 1995 foi indicado a melhor ator coadjuvante por “Os 12 macacos”.

Samuel L. Jackson – Sem dúvida um dos atores negros mais bem sucedidos da história do cinema, conseguiu indicação a melhor ator coadjuvante em 1995, com “Pulp Fiction: Tempo de Violência”. E só. Fez Nick Fury em vários filmes da Marvel, entre eles “Os Vingadores”, esteve no reboot de 2014 de “Robocop” e no reboot da década de 2000 de “Star Wars”. Fama, sim. Oscar, não.

Jude Law – O ator britânico já protagonizou vários filmes de sucesso e já foi indicado duas vezes ao prêmio de melhor ator.  A primeira por O Talentoso Ripley, em 1999 e a segunda por Cold Mountain, em 2004.

 

Michelle Pfeiffer – já foi indicada três vezes ao Oscar de melhor atriz, em 1988 por “Ligações Perigosas“, 1989 por “Os Fabulosos Irmãos Baker” e 1992 por “As Barreiras do Amor”.

Joaquin Phoenix – Aclamado pela crítica, foi indicado a melhor ator coadjuvante por seu papel em “O Gladiador” em 2001, depois, a melhor ator por “Johnny Cash” e “O Mestre” em 2006 e 2013. Nada. Ganhou um Globo de Ouro, um Grammy, mas não um Oscar. A pausa na carreira de ator tirada de 2008 a 2013 para se dedicar à carreira de músico provavelmente não ajudou muito.

Robert Downey Jr. – Se a lista fosse de bilheterias, ele estaria entre os primeiros por suas aparições como Homem de Ferro, tanto em seus próprios filmes quanto em Os Vingadores, e Sherlock Holmes. Mas Oscar, que é bom, nada. Foi indicado como melhor ator em 1993 com “Chaplin” e como melhor ator coadjuvante em 2009 por “Trovão Tropical”, mas não levou nenhum.

Johnny Depp – Cheio dos personagens esquisitões, foi indicado a melhor ator em 2004 pelo icônico papel do pirata Jack Sparrow em “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra”. Também chegou aos finalistas em 2005, com “Em Busca da Terra do Nunca”, e 2008, com “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, mas também não foi desta vez.

John Travolta – Logo em 1978, no início da carreira, conseguiu indicação a melhor ator por “Os Embalos de Sábado à Noite”, mas não levou. Duas décadas depois, em 1995, convenceu o público como melhor ator em “Pulp Fiction: Tempo de Violência”, mas não a crítica que elege o Oscar.

Tom Cruise – O galã de hits como “Top Gun: Asas Indomáveis”, “Entrevista com o Vampiro”, “Minority Report: A Nova Lei” e, principalmente, “Missão Impossível”, é outro sem Oscar. Foi indicado três vezes – duas como melhor ator em “Nascido em 4 de Julho” e “Jerry Maguire: A Grande Virada” e uma como melhor ator coadjuvante “Magnólia” – e nunca levou o maior prêmio do cinema.

E aí, quem mais vocês achavam que já tinha levado o prêmio?

Fonte: AdoroCinema, GQ, fatosdesconhecidos,

Juliette Lewis

Juliette+Lewis

Juliette L. Lewis, nasceu em 21 de junho de 1973, Los Angeles, Califórnia. Seu pai é o ator Geoffrey Lewis e sua mãe, Glenis Batley, é designer gráfica; seus pais se divorciaram quando tinha dois anos de idade. Tem dois irmãos, Lightfield e Peter, e duas irmãs, Dierdre e Brandy. Lewis queria ser atriz desde os seis anos de idade, e estreou na TV aos doze.

Aos 14 anos abandonou os seus pais e foi viver com a família de uma amiga, a atriz Karen Black, antes de mudar-se para o seu próprio apartamento. Abandonando também o colegial, acabou entrando em verdadeiros problemas com a lei, por dirigir ilegalmente aos 15 anos e também por ser presa em uma boate por ser menor de idade. Aos 20 anos, acabou indo para uma clínica de reabilitação devido aos seu vício em drogas.

Lewis participou de mais de quarenta longa metragens e filmes feitos para a TV. Foi indicada aos Oscar de Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) em 1992 pelo filme Cabo do medo (assisti o filme ontem, Robert De Niro está ótimo, mas o filme se perde um pouco, principalmente com a trilha sonora que tenta criar uma tenção em momentos que não existe).

Em 2003 Juliette fez uma pausa na carreira de atriz, cansada de colocar sua energia e sensibilidade apenas em personagens criados por outras pessoas, Juliette decidiu ser ela mesma e se dedicar a uma paixão que tem desde pequena: a música.

Chamou alguns amigos e formou a banda Juliette And The Licks, “expressão do rock puro, cru e sexy”.
Como ela mesma definiu, os Licks não eram uma banda formada em estúdio que saiu para o palco: Eles começaram já com a energia da performance ao vivo. E suas músicas refletem isso da maneira mais explícita possível.

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A banda ficou junta de 2003 a 2009, lançou 3 albuns de estudio:

“Like a bolt of lightning”(2004), “You’re speaking my language” (2005) e “Four on the floor” (2006)

Em 2006 foi incluída na lista de “Mulheres mais quentes do Rock” da revista Bender.

Juliette and the Licks Perform Live In Concert

No final de 2008, Todd Morse deixou os Licks. Juliette então resolveu terminar a banda de vez e seguir um projeto solo. No começo de 2009 anunciou o que seria, nas palavras dela, “um novo som. Uma nova banda. Um novo álbum. Um novo ano. Estive trabalhando com um produtor secreto, num projeto secreto, numa banda secreta… que logo mais será não-secreta”.

Nascia então o  “Terra Incognita”, album feito por Juliette e produzido por Omar Rodriguez-Lopez, do Mars Volta. A maioria das composições é da própria Juliette, com a ajuda do guitarrista e amigo Chris Watson.

Juliette explicou o fim dos Licks e o começo dessa nova fase em um post na sua página do MySpace: “Desde que comecei a banda tivemos 5 bateristas, 6 guitarristas e 2 baixistas. Muitas vezes alguns eram só apoios para continuar a turnê. Muitos nem participaram das gravações… No fim eu entendi que os Licks era a minha ingênua idealização do que uma banda de rock tinha que ser. E não é todo mundo que se encaixa nisso. Esta nova encarnação tem mais a ver com desapontamentos e esperança. Determinação e desespero. Romance e tragédia. E realmente a música vem destes conflitos. É muito mais fazer o som e ter energia do que uma banda.”

terra incognita

Curiosidades: Lewis namorou o ator Brad Pitt por 4 anos, co-estrelando com ele os filmes Kalifornia e Dias de Violência. Se casou com o skatista profissional Steve Berra em 1999, divorciando-se pouco depois.

juliet e pitt1

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É adepta da Cientologia, assim como Beck Hansen, Jennifer Lopez, John Travolta, Katie Holmes e Tom Cruise.

Fontes:

Depplovers, Juliettelewis, IMDB, Wikipedia1, Wikipedia2.