Dica literária: Os homens que não amavam as mulheres

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Os homens que não amavam as mulheres conseguiu prender a minha atenção do começo ao fim, seus personagens carregados de personalidade me conquistaram de primeira!

A história corre envolta de Mikael Blonkvist, um jornalista investigativo do mundo econômico sueco, um dos proprietários da revista Millennium (nome da trilogia), um homem cheio de ideais e uma vida pessoal bem “interessante”, divorciado, pai ausente, mas preocupado com a filha, com uma vida sexual intensa, muito comentada no decorrer do livro e Lisbeth Salander uma jovem enigmática e talentosa, neste livro sua história pessoal não é desbravada, mas algumas informações são lançadas ao leitor: 25 anos, Hacker de altíssimo nível, trabalha em uma empresa de segurança investigando a vida de pessoas, visual que choca, magra demais, seios que parecem picadas de mosquito, pircings e tatuagens (uma delas um imenso dragão nas costas que da o nome original do livro “ a garota com tatuagem de dragão”, quem a olha de primeira acha que tem uns 15 anos por sua baixa estatura.

Neste livro os dois personagens se unem para desvendar um grande mistério que perdura a mais de 40 anos, o desaparecimento de Harriet Vanger, sobrinha de um poderoso empresário, o que eles não podiam imaginar é que eles se deparariam com uma história assombrosa de violência e ódio as mulheres.

Lisbeth é um bônus a história, sua postura e conflito internos, sua personalidade forte e marcante, uma anti-herói completa, mas que é impossível não simpatizar de alguma forma.

“Uma narrativa envolvente e cheia de surpresas”.

Existe duas adaptações para o cinema deste livro, a versão sueca (que já possui as continuações) protagonizada por Noomi Rapace e Michael Nyqvist, e a versão americana com Daniel Craig e Rooney Mara (que estou aguardando ansiosamente pela continuação), ambas as versões tem seus pontos fortes e fracos, eu particularmente apesar da versão americana ter um roteiro mais fiel ao livro, ainda prefiro a versão sueca, pois Noomi para mim é a Lisbeth não tem quem me convença do contrario, ela teve a força e ao mesmo tempo o carisma da personagem.

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Vale a pena conferir ambos.

A versão americana tem uma entrada a lá 007, muito legal, trouxe para vocês conferirem.

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